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X, de Elon Musk, acusa grandes gravadoras de conspiração por cobrarem pelo uso de músicas

Elon Musk é o dono do X, antigo Twitter Dado Ruvic/Reuters O X, rede social de Elon Musk, processou nesta sexta-feira (9) 18 grandes gravadoras e uma das princ...

X, de Elon Musk, acusa grandes gravadoras de conspiração por cobrarem pelo uso de músicas
X, de Elon Musk, acusa grandes gravadoras de conspiração por cobrarem pelo uso de músicas (Foto: Reprodução)

Elon Musk é o dono do X, antigo Twitter Dado Ruvic/Reuters O X, rede social de Elon Musk, processou nesta sexta-feira (9) 18 grandes gravadoras e uma das principais associações do setor musical dos Estados Unidos. A empresa acusa grupos como Universal e Warner de conspirarem para dificultar a concorrência e pressionar a plataforma a comprar licenças musicais por preços elevados. A ação foi apresentada em um tribunal federal do Texas. No processo, o X afirma que a National Music Publishers' Association (NMPA), além de empresas como Sony Music, Universal Music e Warner Chappell, que representam mais de 90% das músicas protegidas por direitos autorais nos EUA, violaram a lei antitruste ao se recusarem a negociar acordos de licenciamento de forma individual com a rede social. "Foi negada à X a possibilidade de adquirir uma licença de composição musical nos EUA de qualquer editora musical individual em termos competitivos", diz o processo. Veja os vídeos que estão em alta no g1 David Israelite, presidente e diretor-executivo da National Music Publishers' Association, disse em um comunicado que a X é a única grande empresa de mídia social que não licencia as músicas em sua plataforma. "Alegamos que a X está envolvida em violação de direitos autorais há anos, e seu processo sem mérito é um esforço de má-fé para desviar a atenção do direito legítimo das editoras e dos compositores de se defenderem contra o uso ilegal de suas músicas pela X", disse Israelite. A Sony Music se referiu à declaração da associação e não quis fazer mais comentários. Universal Music e Warner Chappell não responderam. Representantes da X não se manifestaram ao serem procurados pela Reuters. O processo alega que as gravadorasuniram forças por meio da National Music Publishers' Association para conspirar contra a X. A X disse que as editoras inundaram a plataforma com avisos semanais de remoção, visando milhares de publicações contendo músicas protegidas por direitos autorais — incluindo conteúdo de contas populares — para pressionar a plataforma a aceitar termos de licenciamento em todo o setor. A queixa diz que a X removeu milhares de publicações e suspendeu mais de 50 mil usuários, prejudicando sua base de usuários e sua receita de publicidade. A empresa pede ao tribunal que restabeleça as condições de concorrência no licenciamento de músicas e compense a X pela perda de receita publicitária. Leia também: 'Sentimento horrível. Me sinto suja', diz brasileira vítima de foto editada de biquíni pelo Grok, IA de Musk Ferramenta gratuita da rede social X tem sido usada para criar imagens íntimas falsas